sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A MORTE DE JOÃO BATISTA É SINAL DA MORTE DE JESUS.

Até a chegada da revelação de Deus em Jesus Cristo, muitos profetas deram sua vida em prol do projeto de vida e liberdade de Deus para o seu povo eleito. Infelizmente, o movimento profético incomodava os privilegiados de todas as épocas históricas e assim, Jesus Cristo criticava estas pessoas que perseguiam e matavam os oráculos de Deus.
A missão dos profetas era colocar uma ordem mais justa numa sociedade muita injusta e esta atuação incomodava os ricos. Estas elites incomodadas tramavam contra a vida dos profetas inclusive, Elias e João Batista são exemplos destes martírios.
Com a chegada de Jesus Cristo, tal situação não foi diferente. O Filho de Deus foi perseguido pelos fariseus, mestres da Lei, herodianos, saduceus e outras pessoas ricas, culminando na crucificação de Jesus Cristo. Portanto, quem segue Jesus Cristo será odiado por uns e admirado por outros e mesmo diante do desafio, vamos:
"AMAR COMO JESUS AMOU,
SONHAR COMO JESUS SONHOU,
PENSAR COMO JESUS PENSOU,
VIVER COMO JESUS VIVEU,
SENTIR O QUE JESUS SENTIA,
SORRIR COMO JESUS SORRIA,
E AO CHEGAR O FIM DO DIA,
EU SEI QUE SENTIRIA MUITO MAIS FELIZ".

Um comentário:

  1. O Deus da minha Fé - Frei Betto
    (...)
    Não creio no deus dos sermões vazios
    nem no deus das saudações protocolares
    ou dos matrimônios sem amor.
    Não creio no deus construído
    à imagem e semelhança dos poderosos,
    nem no deus inventado para sedativo
    das misérias e sofrimentos dos pobres.
    Não creio no deus que dorme nas paredes
    ou se esconde no cofre das igrejas.
    Não creio no deus dos natais comerciais
    nem no deus das propagandas coloridas.
    Não creio nesse deus feito de mentiras
    tão frágeis como o barro,
    nem no deus da ordem estabelecida
    sobre a desordem consentida.

    O Deus da minha fé nasceu numa gruta.
    Era judeu,
    foi perseguido por um rei estrangeiro
    e caminhava errante pela Palestina.
    Fazia-se acompanhar por gente do povo,
    dava pão aos que tinham fome,
    luz, aos que viviam nas trevas,
    liberdade, aos que jaziam acorrentados,
    paz, aos que suplicavam por justiça.

    O Deus da minha fé punha o homem acima da lei
    e o amor no lugar das velhas tradições.
    Ele não tinha uma pedra onde recostar a cabeça
    e confundia-se entre os pobres.
    Só conheceu os doutores, quando estes duvidaram de sua palavra.
    Esteve com juizes, que procuravam condená-lo.
    Foi visto entre a polícia, preso.
    Pisou o palácio do governador para ser chicoteado.
    O Deus da minha fé trazia uma coroa de espinhos.
    Vestia uma túnica toda tecida de sangue.
    Dispôs de batedores que lhe abriram o caminho do Calvário,
    onde morreu entre ladrões na cruz.


    O Deus da minha fé
    não é outro senão
    o filho de Maria,
    Jesus de Nazaré.

    Todos os dias ele morre
    crucificado pelo nosso egoísmo.
    Todos os dias ele Ressuscita
    pela força do nosso Amor.

    FELIZ NATAL!!!

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