quarta-feira, 12 de maio de 2010

Jesus vem com a força do Espírito Santo

"Jesus está presente de um modo especial nos pobres, aflitos e enfermos que exigem nosso compromisso e nos dão testemunho de fé, paciência no sofrimento e constante luta para continuar vivendo. Quantas vezes os pobres e os que sofrem realmente nos evangelizam! No reconhecimento desta presença e proximidade, e na defesa do direito dos excluídos, encontra-se a fidelidade da Igreja a Jesus Cristo". (DA 257)
A missão de nossa congregação religiosa "Filhos da Caridade" está em anunciar o Reino de Deus, à luz da opção preferencial e evangélica pelos pobres e trabalhadores.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PARTILHANDO AS LUTAS

CAFÉ DA SOLIDARIEDADE
A prefeitura municipal de santo André, na pessoa do secretário de inclusão social, Antonio Francisco Silva, está colocando dificuldades à pastoral operária da diocese de Santo André, proibindo que se faça o Café da Solidariedade todas as primeiras segundas-feiras do mês, no horário das 8h às 10h da manhã.
Somos contra estas medidas dos governantes municipais e estamos na luta para continuar realizando este evento, perfeitamente regulamentado pela nossa constituição federal. Foi formada uma comissão que defende o evento e não queremos mais ser desrespeitados por estes senhores que optaram em servir ao dinheiro ao invés de Deus.
Que Deus nos ajude nestas lutas e continuamos moblizados, falando profeticamente contra tudo e todos que forem contrários à proposta de Jesus Cristo, o primeiro Filho da Caridade que existiu.

Partilhando as lutas atuais.

Nós, Filhos da Caridade, somos Igreja e apoiamos o movimento profético que defende a justiça e o direito. Por crer no Reino da Vida, queremos usar este espaço para partilhar as nossas lutas até o momento:
CDHU
Esta instituição (CDHU) governada pelo governo do Estado de S. Paulo esteve tirando a calma dos moradores do Jardim Santo André. Com a desculpa de que os moradores estão morando em áreas de risco, a CDHU começou a notificar todas as famílias no sentido de retirá-las de suas casas. Quando chegou ao nosso conhecimento, os padres Luiz e Mahon animaram os moradores a formarem comissões para resisitir contra estas atitudes governamentais. Estamos reivindicando que as famílias em áreas de riscos sejam relocadas para lugares mais seguros e tenham suas moradias definitivas o mais breve possível. Quanto a outras famílias que não estão em áreas de risco, reivindicamos que elas sejam mantidas em seus lares e sejam retiradas somente quando estiverem informadas sobre o plano de reurbanização a ser entregue e apresentado pela CDHU aos moradores.
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