terça-feira, 9 de agosto de 2011

PARTILHANDO NOSSOS TRABALHOS.

Às vezes eu fico desconfiado quando escuto pessoas falando que a Igreja precisa fazer análise de conjuntura, familiar, social ou religiosa. Desconfio que por detrás desta vontade, esconde-se uma falha e muito grave, caracterizada pela não visita às famílias.
No momento em que escrevo estas linhas, partilho que na parte matinal fui visitar um senhor, vítima de AVC e impossibilitado de receber a Eucaristia. Quero dizer que precisamos retomar as nossas visitas missionárias, pois assim encontraremos famílias bem estruturadas, saberemos que existem pessoas de outras denominações religiosas, ficaremos tristes em observar os problemas que os nossos idosos sofrem ao não serem bem acolhidos pelos próprios filhos(as), netos(as), genros ou noras, e ainda por cima, há histórias de pessoas que desejam explorar outras. Tudo isto acontece em nossas realidades e ao visitar outras pessoas, conheceremos inúmeros casos.
Sou adepto da filosofia que o padre ou a comunidade cristã não podems ser funcionários do altar, mas a celebração eucarística é continuada e o Cristo eucarístico recebido na comunhão precisa ser levado a outras famílias, que ainda O desconhecem ou se afastaram Dele.
Jesus Cristo visitou muitas famílias e nunca se isolou da sinagoga; portanto, vamos participar da comunidade e nunca deixemos de lado a dimensão missionária de nossa Igreja. Seguimos adiante e que Jesus Cristo missionário e Palavra do Pai, pela força do Espírito Santo nos ajude a sermos Igreja viva que vai atrás da ovelha desgarrada e perdida.

Padre Luiz, fc.




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